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Zezinho apela por alternativa que evite o desemprego de milhares de promotores de venda

zezinho guimarçaesO deputado estadual Zezinho Guimarães (PMDB) defendeu ontem que os órgãos responsáveis, em especial o Ministério Público do Trabalho (MPT), encontrem uma saída viável para comerciantes e promotores de vendas que atuam no mercado sergipano e que estão ameaçados de serem proibidos de trabalhar por não haver consenso sobre as atividades que devem desempenhar dentro dos estabelecimentos comerciais, onde atuam fazendo a divulgação de determinados produtos.

“Essa é uma situação que pode resultar no desemprego de milhares de trabalhadores que atuam como promotores de vendas e que vai afetar, também, os comerciantes”, disse Zezinho, que foi procurado por representantes do Sindicato dos Empregados, Vendedores e Viajantes do Comércio no Estado de Sergipe (Sindivese) que pediram a sua intervenção, no sentido de encontrar uma alternativa menos prejudicial.

De acordo com a categoria, a situação foi agravada, após o trânsito em julgado de uma Ação Civil Pública, ajuizada pela Procuradoria do Trabalho da 20ª Região, em face de um supermercado que atua em Sergipe. “A partir daí, nos foi relatado, que os promotores passaram a ter dificuldade de exercerem as suas funções, uma vez que  diversos estabelecimentos comerciais passaram a dificultar o acesso desses profissionais por não haver um consenso quanto às atividades que eles devem executar”, contou Zezinho.

Para o deputado, esse é um fato que preocupa também os comerciantes. “A nossa luta é para que encontremos uma saída que seja viável para os promotores e para os promotores de venda. Do contrário, haverá um enorme prejuízo”, afirmou o parlamentar, acrescentando que, em São Paulo, situação idêntica foi resolvida com o estabelecimento de um  Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), através do qual foram regulamentadas as atividades a serem exercidas pela categoria.

“Essa é uma saída que pode ser adotada pelo Ministério Público do Trabalho em Sergipe”, sugeriu o Zezinho, observando que a categoria solicitou a Assembléia Legislativa uma audiência pública para que, no plenário do Parlamento, possa discutir o assunto e debater possíveis alternativas para evitar um problema maior e o conseqüente prejuízo para promotores e comerciantes.

(Texto: Assessoria/ foto: maria Odília/Agência Alese)

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