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“Não tenho como dizer que vou assumir e no outro dia está tudo resolvido. Não tenho varinha de condão”, diz Belivaldo

“Não tenho como dizer que vou assumir e no outro dia está tudo resolvido. Não tenho varinha de condão”, diz Belivaldo

Não tenho como dizer que vou assumir e no outro dia está tudo resolvido. Não tenho varinha de condão. A verdade é uma só e é extremamente difícil para Jackson Barreto. O cidadão fala ‘corte a despesa’, mas vai cortar a despesa como? Você vai fechar a Secretaria de Segurança?”, questionou o vice-governador Belivaldo Chagas (PMDB), em entrevista concedia hoje ao radilista Gilmar Carvalho.

O vice-governador afirmou que 2018 será um ano difícil: “As coisas estão acontecendo, mas não na velocidade que esperamos. Esse ano temos que trabalhar com o cinto mais apertado ainda, com a chave de fenda na mão, pois não podemos deixar despesa para 2019, independente de quem seja o governador”.

 

Ele também reafirmou que as dificuldades enfrentadas se dão por conta do déficit da previdência. “Esse problema não foi gerado por esse governo. O problema estourou no colo de Jackson Barreto. Ele está pagando essa conta”, disse.

Questionado sobre concurso público para a Polícia Militar (PM), Belivaldo afirmou que o edital deverá ser lançado logo após o Carnaval, mas não deixou de expor preocupação com relação ao pagamento do subsídio da PM, que deverá começar a ser pago no dia 1º de abril e vai onerar a folha em mais R$ 3,6 milhões.

“Nós temos um compromisso que já é lei com a questão do subsídio da Polícia Militar e temos que nos virar nos 30, 40, 50 para pagar. Vamos precisar fazer concurso. Acredito que depois do Carnaval lançaremos o edital. Se dependesse da vontade do governador, colocaríamos mil policiais a mais“, afirmou Belivaldo.

Recentemente, o deputado André Moura afirmou em entrevista que o Estado era governado a quatro mãos, se referindo às mãos de Jackson e de Belivaldo. Ele também disse que existia um governo de desmandos, o que foi rebatido pelo vice-governador.

“Ele que mostre os desmandos. O governador é Jackson Barreto e eu sei o meu lugar. Não tenho problema com isso. Para Sergipe, o governo Temer também é governado a quatro mãos, e qual é o problema? Uma coisa é sair distribuindo emendas e fazer festa com o dinheiro do povo, outra coisa é administrar o Estado”, enducereceu Belivaldo.

Para finalizar, o vice-governador falou sobre a liberação do empréstimo para recuperar as rodovias estaduais, o Finisa: “Os R$ 500 milhões de fato não vão tirar Sergipe da crise, mas vão recuperar as rodovias. Tomara que o presidente volte da Suíça de cabeça fria para liberar o Finisa”.

Foto: Agência Governo

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