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Fenômeno da natureza

Por José Sales Neto

Estou entre aqueles que tiveram o prazer e a sorte de conviver com o governador Marcelo Déda participando da sua assessoria e pude testemunhar por várias vezes a expressão da sua oratória genial tanto em palanques, púlpitos, plenários, mas também em conversas em ambientes mais reservados. Numa dessas ocasiões observei com atenção um bate-papo onde ele definia o atual governador Jackson Barreto (PMDB) como um “fenômeno da natureza”. Ele explicava dizendo que os fenômenos da natureza são indomáveis e seguia dizendo “Não se controla um vulcão, um tsunami. Jackson Barreto quando se dispõe a fazer alguma coisa ele mira o foco e segue em frente. Não tem quem segure”.

Lembrei disso ao fazer uma avaliação do que aconteceu na política de Sergipe nos últimos 12 meses, período em que o governador Jackson Barreto assumiu o governo interinamente por conta da doença de Marcelo Déda até os dias de hoje. Lá atrás, não existia a possibilidade efetiva do grupo governista disputar a eleição de 2014. Jackson Barreto era o último na vontade popular, diziam as pesquisas. A turma do senador Eduardo Amorim (PSC) já tinha comprado os ternos e as secretarias de Estado já estavam divididas. “Fulano será secretário disso e Sicrano daquilo” era dito aos quatro cantos.
Jackson Barreto arregaçou as mangas e em apenas um ano trabalhou como um leão invertendo a lógica que vigia. Suas ações administrativas foram observadas em todo o Estado e hoje a coisa mudou. Sua posição junto a opinião pública é extremamente favorável, está em primeiro na disputa e entra na eleição como favorito. Falando em fenômenos da natureza, não há como deter a alvorada.

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